A exposição Vai ser Arte: 70 anos de arte contemporânea apresenta-se dividida em 2 núcleos.
No primeiro núcleo, encontram-se representados artistas estrangeiros que colaboraram com a Manufatura de Tapeçarias de Portalegre. Os artistas representados são Rhana Balraj (índia), Mathieu Matègot (húngaro radicado francês), Tom Philips (Inglaterra); David Adickes (Inglaterra), Sarah Saint-Jonh (Inglaterra); Bruno Pedrosa (Brasil), Artur Boyd (Austrália), Susanne Delosch (Luxemburgo), Charles Schorre (Estados Unidos da América), William Hoey (Estados Unidos da América), Brabara Walraven (Holanda); Jean Lurçat (França), Malangatana (Moçambique), Sylvio (Brasil) e Sónia Delaunay (França), Max Amman (norte-americano), C. D'Estienne (França) e Le Corbusier (França). Este núcleo termina com a Tapeçaria de Portalegre "Jouets Portugais" ("Jogos Portugueses") sob cartão de Sónia Delaunay.
No segundo núcleo, encontram-se representados artistas portugueses que colaboraram com a Manufatura de Tapeçarias de Portalegre. Os artistas representados são: Maria Keil, Rogério Ribeiro, Manuel Lapa, Nini Andrade e Silva, Tom (Thomaz de Mello), Guilherme Camarinha, Almada Negreiros, Júlio Resende, Vieira da Silva (Maria Helena), Nadir Afonso, Figueiredo Sobral, Eduardo Nery, Luís Filipe de Abreu, José de Guimarães, António Lino, Renato Torres, Lino António, Amândio Silva, Fred Kradolfer, João Tavares, Armando Alves, Milly Possoz, Querubim Lapa e Joana Vasconcelos. Este núcleo termina com a Tapeçaria de Portalegre "Magenta" sob cartão de Joana Vasconcelos.