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Origens da Quinta de Belém
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As origens desta propriedade remontam aos finais do século XV, quando é levantada, na então Quinta do Outeiro das Vinhas, uma primitiva construção, provavelmente destinada a convento. Em 1498 essa quinta é doada, pelo rei D. Manuel, aos frades da Ordem de S. Jerónimo, ao mesmo tempo que lhes entrega os terrenos em Belém para a construção do mosteiro.
Em 1559, o fidalgo D. Manuel de Portugal toma de aforamento uma parte da quinta aos frades jerónimos, e junto à primitiva casa destes faz erguer uma construção em corpos justapostos, paralelamente ao rio, que constituirá, até hoje, o núcleo principal do palácio.
A quinta de D. Manuel entra no dote de D. Joana Inês de Portugal, quando esta casa com o 2.º Conde de Aveiras. O filho deste, D. João da Silva Telo de Meneses, decide melhorar significativamente a primitiva construção, iniciando grandes obras a partir de 1681: alarga as dependências, adorna-as com azulejos, povoa os jardins com lagos e estátuas e levanta várias casas de recreação. Oferece ainda, aos frades arrábidos, para seu abrigo nas vindas a Lisboa, a velha construção correspondente ao antigo núcleo conventual. Este núcleo, que no século XX albergará a residência do Presidente da República, passa a ser conhecido por Arrábida.

 

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