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Utilizações Durante a República
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Proclamada a República, o Palácio de Belém é destinado, em 1912, a residência oficial do Chefe de Estado. Enquanto se aguardam as primeiras eleições presidenciais, Teófilo Braga despacha em Belém e, em 24 de Fevereiro de 1911, celebra no Palácio o seu aniversário. 
Ao longo da Primeira República vários Chefes de Estado habitarão em Belém. No entanto, Óscar Carmona, investido na Chefia do Estado em 1926, e eleito a partir de 1928, nunca residirá no Palácio, que passa assim por um período de algum abandono até 1951. Só a partir desta data volta a ser utilizado como residência presidencial. Nesta altura, para receber o General Craveiro Lopes, é realizado um conjunto significativo de obras, da autoria do arquitecto Luis Benavente, com o objectivo de adaptar a Arrábida a residência do Presidente da República.
Estruturalmente a intervenção de Benavente não implicou grandes modificações: apenas algumas paredes foram eliminadas para abrir espaços maiores e foi totalmente reconstruída a escada principal. Tratou-se, essencialmente, de uma alteração de interiores, com recursos a diversas artes tradicionais: estuques e pintura de tectos, guardas de ferro da escadaria, componentes de madeira (guarnições, portas, portadas, janelas) ferragens, peças de iluminação, revestimentos a azulejo e mobiliário. Em toda a intervenção é visível a utilização de boas técnicas e de bons materiais e a preocupação em assegurar uma boa articulação com o conjunto pré-existente.

 

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