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Exposição Permanente - Palácio de Belém
Origens da Quinta de Belém
Origens da Quinta de Belém
As origens desta propriedade remontam aos finais do século XV, quando é levantada, na então Quinta do Outeiro das Vinhas, uma primitiva construção, provavelmente destinada a convento. Em 1498 essa quinta é doada, pelo rei D. Manuel, aos frades da Ordem de S. Jerónimo, ao mesmo tempo que lhes entrega os terrenos em Belém para a construção do mosteiro. > + info
 
Residência Régia de Veraneio
Residência Régia de Veraneio
O rei D. João V compra a propriedade ao 3.º Conde de Aveiras em 1726, para dela fazer uma quinta de veraneio. Procede então a diversas obras de melhoramento e constrói cavalariças e depósitos de trens junto à calçada da Ajuda. É neste período que alguns animais exóticos terão sido colocados na série de jaulas que delimita a norte o pátio de entrada no palácio, que deste modo recebe o nome de «Pátio dos Bichos». > + info
 
Ao Longo do Século XIX
Ao Longo do Século XIX
No século XIX o palácio serve temporariamente de habitação a D. Maria II e ao príncipe Consorte, D. Fernando de Saxe Coburgo. Em Novembro de 1836, será palco dos atribulados acontecimentos políticos da «Belenzada», episódio que ganha o seu nome da deslocação da rainha do Palácio das Necessidades para Belém, onde convoca o governo para o demitir. > + info
 
Utilizações Durante a República
Utilizações Durante a República
Proclamada a República, o Palácio de Belém é destinado, logo em 1911, a residência oficial do Chefe de Estado. Enquanto se aguardam as primeiras eleições presidenciais, Teófilo Braga despacha em Belém e, em 24 de Fevereiro de 1911, celebra no Palácio o seu aniversário. > + info
 
As Mais Recentes Intervenções em Belém
As Mais Recentes Intervenções em Belém
A Capela do Palácio, que fora objecto de restauro pela mão do arquitecto João Nascimento, recebeu recentemente um notável conjunto de telas da autoria de Paula Rego. Trata-se de uma encomenda do Presidente Jorge Sampaio feita à artista durante a sua visita oficial ao Reino Unido em Fevereiro de 2002. > + info
 
Os Primitivos Ajardinamentos do Palácio
Os Primitivos Ajardinamentos do Palácio
Dentro da propriedade do Palácio de Belém, existem diversos espaços ajardinados cuja história foi acompanhando as sucessivas intervenções no conjunto edificado. > + info
 
Os Jardins em Tempo de Ocupação Régia
Os Jardins em Tempo de Ocupação Régia
Quando D. João V compra a quinta para dela fazer um local de veraneio, integra nos jardins algumas peças escultóricas, e faz plantar, a norte da propriedade, na zona agrícola anteriormente ocupada por uma vinha, o seu Regis Hortus Suburbanos. Mais tarde, também D. Maria decide enriquecer os jardins, cenário privilegiado para a organização de festas. Nesta altura, dos 18 empregados permanentes do palácio, 17 estavam destinados ao tratamento dos jardins. > + info
 
Arranjos Exteriores do Século XX Para o XXI
Arranjos Exteriores do Século XX Para o XXI
Os antigos terrenos agrícolas, a norte, foram separados da propriedade do Palácio já no início do século XX, para neles se instalar o Jardim Colonial. É nele que hoje se encontram algumas boas peças de escultura italiana que outrora decoravam os jardins do palácio, como o grupo da Morte de Cleópatra esculpida por José Mazzuoli, e a Caridade romana de Bernardo Ludovici. > + info
 

 

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