_newsletter_contactos_
 
 
InícioInformaçõesSobre o MuseuExposiçõesVisita VirtualPresidentesEducaçãoFormaçãoArquivo DigitalAgendaImprensaMPR Júnior
Facebook
Google+
Twitter
YouTube
Flickr
 I RepúblicaEstado NovoDemocraciaBarra Cronológica
Presidentes - Estado novo
Aumentar Aumentar Aumentar Aumentar
 1 2 3 4 5 »

Gomes da Costa



Dados pessoais

Manuel de Oliveira Gomes da Costa nasce em Lisboa a 14 de Janeiro de 1863. É filho de Carlos Gomes da Costa e de Madalena Rosa de Oliveira Costa. Casa com Henriqueta Júlia de Mira Godinho, de quem tem três filhas. Depois de enviuvar casa com Henriqueta Amorim Gomes da Costa. Morre a 17 de Dezembro de 1929 e vai a enterrar no Cemitério do Alto de S. João, na Cripta dos Combatentes - Sala dos Marechais, em Lisboa.

Percurso profissional

Conclui o curso de infantaria da Escola do Exército em 1884 e ascende a coronel em Junho de 1914. Durante o período que vive na Índia e em África, de 1893 a 1915, desempenha várias funções, nomeadamente ajudante do Governador-Geral, administrador do Concelho de Goa e Chefe do Estado-Maior das forças militares de Angola e de Moçambique. A 30 de Janeiro de 1917 parte para a Flandres ao comando da 1.ª Brigada do Corpo Expedicionário Português para se juntar às restantes tropas aliadas. Em 1921 é nomeado comandante da 4.ª Divisão do Exército e enviado no ano seguinte pelo Governo em missão à China e à Índia, onde permanece até 1924.

Percurso político

O intervencionismo político de Gomes da Costa cresce ao longo da década de 20, visível nos diversos artigos que publica na Seara Nova, no Opinião, no Jornal da Madeira, entre outros. Oposicionista ao Partido Democrático e apoiante da República Nova de Sidónio Pais, adere ao Partido Centrista, Partido Reformista, à Federação Nacional Republicana e ao Partido Republicano Radical.

Mandato presidencial

Gomes da Costa lidera no dia 28 de Maio de 1926 o golpe militar que a partir de Braga põe fim à I República. Depois de forçar a demissão de Mendes Cabeçadas, assume a chefia do Estado, chegando ao poder a facção mais radical do golpe. Será no entanto uma curta experiência, pois volvido cerca de um mês, fica decidida a sua demissão através do Decreto n.º 11 866 e ordenada a sua prisão no Palácio de Belém. De seguida é conduzido ao Forte de Caxias, de onde transita para o Palácio da Cidadela de Cascais e posteriormente, a 11 de Julho, para o exílio em Angra do Heroísmo, nos Açores.




Galeria retratos

Primeira dama

Presidência da República_links_site acessível[D] site acessível_ comentários_e-cards_mapa do site_informação legal
Museu da Presidência da República     Desenvolvido por Vector21.com    _ficha técnica