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António de Spínola

Dados pessoais

António Sebastião Ribeiro de Spínola nasce em Santo André, Estremoz, a 11 de Abril de 1910. É filho António Sebastião de Spínola e de Maria Gabriela Alves Ribeiro de Spínola. Morre aos 86 anos e vai a enterrar no Cemitério do Alto de S. João, na Cripta dos Combatentes - Sala dos Marechais, em Lisboa. 

Percurso profissional

Em 1933 conclui o curso de Cavalaria e é colocado no Regimento de Cavalaria n.º 7 como instrutor, sendo sucessivamente promovido até chegar ao topo da carreira militar. Durante a Guerra Civil de Espanha, integra as colunas militares de abastecimento às forças franquistas e em finais de 1941, numa missão de estudo à Alemanha, visita a frente germano-soviética em Leninegrado. É integrado em 1955 no Conselho de Administração da Siderurgia Nacional, onde permanece até 1964, e com a eclosão da guerra em Angola, oferece-se como voluntário para aquela província, embarcando no navio Angola a 24 de Novembro de 1961 à frente do grupo de Cavalaria n.º 345.

Percurso político

Após ser nomeado em 1968 Comandante-chefe e Governador da Guiné, cargo que o catapulta em termos políticos, regressa à metrópole no Verão de 1973, sendo reintegrado no regime como vice-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas. António de Spínola acabará por acelerar o processo conspirativo do movimento dos capitães ao publicar o seu livro Portugal e o Futuro, no qual sugere uma solução federativa de tipo referendário e uma transição de cunho presidencialista, mas sem sobressaltos no domínio económico-social.

Mandato presidencial

 António de Spínola toma posse no Palácio de Queluz a 15 de Maio de 1974, logo após o golpe militar de 25 de Abril. O seu mandato revela-se bastante complexo e atribulado, visível no permanente braço de ferro com a Comissão Coordenadora do Movimento das Forças Armadas, que crescentemente se fortalece com a aceleração do processo de descolonização. Cada vez mais isolado no aparelho de Estado e militar, apela à “maioria silenciosa” que se manifeste a seu favor para poder decretar o estado de sítio e concentrar os poderes nas suas mãos. Goradas as suas várias tentativas, renuncia perante as câmaras de televisão a 30 de Setembro de 1974 em Conselho de Estado.




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