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Costa Gomes



Dados pessoais

Francisco da Costa Gomes nasce em Chaves, distrito de Vila Real, a 30 de Junho de 1914. É filho de António José Gomes e de Idalina Júlia Moreira da Costa. A 8 de Dezembro de 1952 casa com Maria Estela Veloso de Antas Varajão, de quem tem um filho. Após doença prologada, morre a 31 de Julho de 2001 e vai a enterrar no Talhão dos Combatentes do Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.

Percurso profissional

Em 1931 alista-se no exército e rapidamente progride na carreira militar, chegando a Marechal em 1981. O início da sua carreira é também marcado pela primeira missão nas colónias, chefiando em 1949 uma expedição militar a Macau. Em Novembro de 1951 é colocado no Estado-Maior do Exército para estudar possibilidades de mobilizar as forças cometidas à OTAN e ao Pacto Ibérico. Os seus conhecimentos de estratégia e da realidade internacional levá-lo-ão ao cargo de subsecretário de Estado do Exército, e mais tarde, a partir de Setembro de 1972, à chefia suprema das Forças Armadas Portuguesas.

Percurso político

Em Agosto de 1958 é convidado por Botelho Moniz, Ministro da Defesa, para subsecretário de Estado do Exército, iniciando assim uma carreira política que o projectará ao mais alto cargo de Estado. Após ser nomeado Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas em 1972, interfere na polémica dos decretos sobre a progressão na carreira militar do Verão de 1973. No ano seguinte, com o apoio de António de Spínola, decide não comparecer a uma cerimónia de apoio à política do governo de Marcelo Caetano e é exonerado, mas reocupando o cargo a 30 de Abril.

Mandato presidencial

Costa Gomes toma posse a 30 de Setembro de 1974, na sequência da renúncia do seu antecessor. O seu mandato revelar-se-á difícil, marcado pela urgência do reconhecimento internacional e obtenção de apoios externos e, simultaneamente, na definição do rumo da economia nacional e do novo regime político e institucional. Num contexto em que a esquerda radical e o P.C.P. ganham terreno, procura o equilíbrio entre as várias facções, conseguindo evitar a guerra civil. Em Janeiro de 1975 está presente na assinatura do Acordo de Alvor, entre o governo e os movimentos de libertação angolanos. Depois do seu mandato, mantém uma actividade discreta mas intensa. Não será chamado a desempenhar qualquer cargo político, escolhendo o Conselho Mundial da Paz como terreno de intervenção.




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