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Presidentes - Primeira República
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Manuel Teixeira Gomes



Dados pessoais

Manuel Teixeira Gomes nasce a 27 de Maio de 1860 em Vila Nova de Portimão. É filho de José Libânio Gomes e de Maria da Glória Teixeira Gomes. A partir de 1899 vive com Belmira das Neves, de quem tem duas filhas. Morre em Bougie, na Argélia, a 18 de Outubro de 1941 e é sepultado no cemitério cristão da vila, no jazigo da família Berg. Os seus restos mortais serão depois transladados para o Cemitério Municipal de Portimão a 18 de Dezembro de 1950. 

Percurso profissional

Depois da vida boémia e literária de Lisboa e já vivendo no Porto, funda o jornal de teatro Gil Vicente em 1881. Em 1890 regressa a Portimão e dedica-se ao negócio paterno de exportação de frutos secos. Encarregue de o expandir, inicia um périplo pela Europa e mais tarde pelo Norte de África e Próximo Oriente, aproveitando sempre para visitar monumentos, museus e galerias de arte durante essas viagens. A união com Belmira das Neves e a morte dos seus pais em 1903 levam a que se fixe em Portimão e administre directamente as suas propriedades.

Percurso político

Nomeado Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário de Portugal em Londres pelo Governo Provisório presidido por Teófilo Braga, cultiva boas relações com a imprensa e sociedade britânica, bem como junto da família real, a fim de obter o reconhecimento da República Portuguesa. Em Janeiro de 1918 é chamado a Portugal por Sidónio Pais, que o demite das suas funções e o mantém em cárcere privado. Após o seu assassinato, Teixeira Gomes é de novo chamado à actividade diplomática por José Relvas, sendo nomeado Ministro Plenipotenciário em Madrid e representante da nova delegação portuguesa na Conferência de Paz em Paris. Em Agosto de 1919 é apresentado pelo Partido Democrático como candidato à Presidência da República, mas é escolhido António José de Almeida.

Mandato presidencial

Manuel Teixeira Gomes toma posse em 1923 e o seu mandato é marcado por uma crescente fragmentação partidária e instabilidade governativa. Diversas vezes pretende chamar Afonso Costa para a liderança do Ministério, sem que alguma vez o consiga. Em 1925, desiludido com a política, demite-se do cargo, abandona a presidência da República e embarca no cargueiro holandês Zeus com rumo ao Norte de África, votando-se ao exílio voluntário.




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