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Presidentes - Primeira República
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António José de Almeida



Dados pessoais

António José de Almeida nasce em Vale da Vinha, concelho de Penacova, a 17 de Julho de 1866. É filho de José António de Almeida e Maria Rita das Neves Almeida. A 14 de Dezembro de 1910 casa com Maria Joana Morais Queiroga, de quem tem uma filha. Atacado de gota, morre a 31 de Outubro de 1929 e vai a enterrar no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.

Percurso profissional

Conclui o curso de Medicina em 1895, mas apesar dos bons resultados, não é admitido no corpo docente da Faculdade como é seu desejo, partindo para S. Tomé e Príncipe onde exerce clínica e se especializa em doenças tropicais. De regresso a Portugal em 1904, torna-se num médico querido de uma vasta clientela popular.

Percurso político

Republicano activo desde o início da sua vida académica, vive intensamente o Ultimato inglês e sobretudo nos comícios dos últimos anos da Monarquia, a sua eloquência e arte retórica fazem dele uma das figuras mais conhecidas e prestigiadas do republicanismo. Em 1907 entra na Maçonaria e mais tarde também na Carbonária. Conspirador contra a ditadura de João Franco, participa no movimento revolucionário para derrubar a Monarquia, acabando mesmo por ser preso, mas liberto após o regicídio. Nomeado Ministro do Interior proclamada a República, cria um polémico decreto que revoga a Lei Eleitoral de 1901 - a "Ignóbil Porcaria". Em Fevereiro de 1912 funda o Partido Evolucionista e é eleito seu presidente em Agosto seguinte. Após a eclosão da I Guerra Mundial, reconcilia-se com Afonso Costa e aceita a presidência do governo da "União Sagrada”.

Mandato presidencial

António José de Almeida é o único Chefe de Estado da I República que cumpre os quatro anos de mandato estabelecidos na Constituição. Com poderes de dissolução do Parlamento, que utiliza por duas vezes, o seu mandato foi extremamente agitado com sucessivas e graves crises governativas. Depois da presidência, regressa ainda às lides políticas, sendo eleito deputado por Lisboa em 1925. Até ao fim dos seus dias continua a ser considerado como uma espécie de "Presidente honorário" da República, estatuto que lhe é reconhecido mesmo pelos dirigentes da Ditadura Militar instaurada em 1926, que ganham o hábito de o visitar no dia 5 de Outubro.




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